A miséria do meu ser, Do ser que tenho a viver, Tornou-se uma coisa vista. Sou nesta vida um qualquer Que roda fora da pista. Ninguém conhece quem sou Nem eu mesmo me conheço E, se me conheço, esqueço, Porque não vivo onde estou. Rodo, e o meu rodar apresso. É uma carreira invisível, Salvo onde caio e sou visto, Porque cair é sensível Pelo ruído imprevisto... Sou assim. Mas isto é crível?
Fizes-te bem, mudar de ar faz sempre bem, mas Queluz era aquela base!! Dava tudo para passar lá mais tempo... * (tenho saudades de quando iamus lá para o parque ao pé da minha casa, loool) Bons tempos!!